domingo, 30 de maio de 2010

Dia Mundial da Energia




No dia 29 de Maio comemorou-se o Dia Mundial da Energia.


No dia-a-dia são muitos os exemplos de opções de consumo ou de comportamentos que se podem traduzir numa enorme poupança de energia em casa, reflectindo-se esse facto na redução das contas da electricidade e do gás e numa melhor qualidade de vida para todos.


quarta-feira, 26 de maio de 2010

Conservação da Energia Mecânica

Aqui fica a simulação computacional sobre Conservação de Energia Mecânica que podem explorar livremente.

Nesta simulação pode visualizar-se a forma como variam a energia cinética e a energia potencial de um bloco que desce e sobe um plano inclinado.


http://www.ngsir.netfirms.com/applets/incline/Incline.htm


Experimentem e tirem conclusões!

A Phoenix morreu

NASA explica que sonda ficou danificada devido ao rigoroso inverno marciano


"A agência espacial norte-americana, NASA, levou a cabo várias tentativas para recuperar o sinal da sonda Phoenix, mas já é oficial: a sonda morreu. A imagem partilhada pela Nasa mostra os painéis danificados pelo gelo polar. A fotografia de 2008, após a aterragem da Phoenix, mostram outra perspectiva com os painéis solares a funcionar.

As condições rigorosas do inverno marciano – duas vezes mais longo do que na Terra – foram a principal causa para a sua deterioração. Contudo, já se previa que talvez não resistisse às condições atmosféricas.

A Phoenix aterrou em Marte, a 25 de Maio de 2008. Durante os cinco meses em que foi usada para explorar a superfície do planeta vermelho, encontrou evidências de água – o que permitiu escalar a hipótese de que haveria vida no planeta."

in Ciência Hoje, 25 de Maio de 2010

«Curiosity» parte da Terra em 2011 e chega a Marte em 2012

Novo veículo da NASA vai funcionar como um laboratório de geoquímica orgânica



A NASA está a preparar um novo todo-o-terreno para continuar a explorar Marte. Iniciado em 1997, este programa tem enviado para o «Planeta Vermelho» veículos cada vez mais complexos. O veículo que a Agência Espacial Norte Americana está agora a preparar chama-se «Curiosity» e será lançado em finais do próximo ano (entre 25 de Novembro e 18 de Dezembro). Chegará Marte entre 6 e 20 de Agosto de 2012.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=42861&op=all

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Como olhar criticamente o software educativo multimédia

Referências Bibliográficas:

Carvalho, A. A. (2005). Como olhar criticamente o software educativo multimédia. Cadernos SACAUSEF – Sistema de Avaliação, Certificação e Apoio à Utilização de Software para a Educação e a Formação: Utilização e Avaliação de Software Educativo, Número 1, Ministério da Educação, 69-82, 85-86.

Registo de Leitura:

Carvalho (2005) considera que o software educativo multimédia (SEM) apresenta potencialidades na aprendizagem, na motivação e na autonomia dos utilizadores. A interactividade que o software educativo exige, faz com que o utilizador se sinta envolvido na exploração do conteúdo, navegue ao seu ritmo e aceda a parte de informação de cada vez, sem ficar perdido com a quantidade de informação.

Para que possa ocorrer aprendizagem significativa com o software educativo há três factores que se condicionam mutuamente: a qualidade científica, pedagógica e técnica; a familiaridade do utilizador com o sistema informático (literacia científica) e com o conteúdo (conhecimentos prévios); o desejo que o sujeito tem de aprender.

O SEM promove a autonomia do utilizador ao permitir orientar o seu desempenho através das ajudas à navegação e do feedback que orienta o desempenho no utilizador.

A liberdade dada ao sujeito na exploração do software e a interactividade proporcionada reflectem uma teoria de aprendizagem que está subjacente à sua construção, podendo ter uma orientação mais behaviorista ou mais construtivista.

O software educativo poderá ser construído tendo por base uma orientação behaviorista, criando etapas a serem executadas, não permitindo que o utilizador passe à actividade seguinte sem ter realizado a etapa anterior. Por outro lado, o software educativo de cariz construtivista dá liberdade ao utilizador de o percorrer livremente para que possa construir o conhecimento de acordo com os seus interesses.

Carvalho (2005) apresenta algumas considerações sobre os componentes que considera pertinentes para descrever e para analisar criticamente o software educativo multimédia:

1. Caixa – deve fornecer várias indicações que vão permitir identificar o título, o ano de edição, a editora, os destinatários, a área temática, os objectivos, a língua usada nos textos e na locução e os requisitos do sistema para que se perceba se é compatível com o computador do utilizador. Se o software for específico de determinada disciplina, deve indicar o ano de escolaridade;
2. Início/apresentação – deve possibilitar ao utilizador saltar a parte da apresentação, uma vez que esta depois da primeira utilização perde o efeito de novidade;
3. Menu – deve apresentar as actividades existentes ou, pelo menos, as actividades que por sua vez se podem desdobrar em outras, disponibilizando vários níveis de detalhe de informação;
4. Navegação – deve permitir ao utilizador saber sempre onde está e como ir para um determinado local, através da informação disponível no ecrã, no título ou numa opção visível a cor diferente. Os menus, as setas e as hiperligações inseridas no texto são formas de facilitar a navegação;
5. Estrutura – Podem considerar-se três tipos de estrutura básica:
  • Linear ou sequencial em que cada nó só tem um descendente e um pai (o utilizador avança ou recua na informação, e embora não se perca, também não tem liberdade de acção);
  • Hierárquica em que de cada nó partem vários descendentes, permitindo ao utilizador a possibilidade de escolher o que quer ver. Se cada descendente só tiver ascendentes designa-se por estrutura em árvore; se alguns dos nós tiverem mais do que um ascendente designa-se por estrutura acíclica, em que o utilizador pode aceder à informação por mais de um percurso. A possibilidade do utilizador se perder aumenta, mas a liberdade de navegação é maior.
  • Rede em que o utilizador tem uma liberdade total de navegação.


A estrutura híbrida combina 2 ou 3 dos tipos indicados, podendo dar liberdade de navegação ao utilizador bem como limitar-lhe a navegação em determinados conteúdos, sobretudo quando só há uma ordem para os aprender. Este tipo de estrutura pode ser mais benéfica para a aprendizagem.
6. Actividades – as actividades ou conteúdos são indicados no menu ou em sub-menus. A exploração do conteúdo permite averiguar a correcção científica, se este é adaptado à faixa etária, ao programa curricular. As actividades devem ser fáceis de compreender e adequadas à faixa etária indicada. A ajuda deve estar acessível sem ser obrigatória a sua leitura ou audição, de forma a não aborrecer o utilizador experiente, mas poder auxiliar o utilizador que precise de ser esclarecido;
7. Interface – condiciona a interacção entre o utilizador e o software. Deve ser intuitiva, tornando-se fácil de interagir e deve ser consistente apresentando um design gráfico comum aos diferentes ecrãs, em que o menu e demais botões surgem no mesmo local, facilitando a interiorização da navegação e exploração do SEM e permitindo que o utilizador desenvolva rapidamente o modelo mental do documento, orientando-se. O tamanho e tipo de letra, o contraste entre os caracteres, o fundo e a qualidade das imagens, devem ser escolhidas de forma a que o SEM se torne fácil de ler. O utilizador deve poder ter controlo sobre a música, os efeitos sonoros, a locução ou vídeo, activando-os ou desactivando-os quando entender;
8. Ajuda – as ajudas são imprescindíveis e devem estar acessíveis para o utilizador usar quando entender. Não devem ser impostas e devem ser específicas da secção, actividade, tarefa ou jogo;
9. Sugestões – para pais, educadores e/ou professores. Podem ser apresentadas sugestões de exploração e disponibilizadas actividades complementares a serem impressas como fichas de trabalho;
10. Imprimir diplomas – podem integrar a funcionalidade de mandar imprimir um diploma que ateste o desempenho das crianças;
11. Hiperligações para sites na Web – Podem disponibilizar hiperligações para o site da editora onde colocam tarefas complementares ou estabelecem hiperligações para sites temáticos que completem a informação;
12. Ficha técnica – deve disponibilizar a ficha técnica do software educativo multimédia, por vezes, com a designação de créditos;
13. Sair do SEM – A possibilidade de sair do SEM deve estar sempre acessível. O professor ou educador deve concluir se aos objectivos explicitados na caixa do software educativo (CD ou DVD) se concretizam, indicando os aspectos que se consideraram mais positivos e os aspectos negativos, averiguando da adequação desse software ao perfil alvo (os alunos).

Em síntese, além da qualidade científica dos conteúdos, será de ter em conta o papel da estrutura, da navegação, do menu, das actividades, da ajuda, do feedback e da interface na promoção da autonomia do aluno, na liberdade de navegação e de aprendizagem do aluno.

sábado, 22 de maio de 2010

Dia 22 de Maio:Dia Internacional da Biodiversidade

No dia 22 de Maio celebra-se em todo o mundo o Dia Internacional da Biodiversidade ou da Diversidade Biológica. O Dia Internacional da Biodiversidade foi instituído pela UNESCO tendo como objectivo promover o conhecimento sobre a biodiversidade e alertar para os problemas a ela associados, tais como alterações climáticas, as rápidas mudanças nos diferentes habitats e as consequentes modificações nas taxas de reprodução animal e no crescimento das plantas ou, nos casos extremos, o desaparecimento de inúmeras espécies de fauna e flora.
video
Para consultar:

http://www.unesco.org.uk/international_day_for_biological_diversity_–_22nd_may_

sexta-feira, 21 de maio de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

A WebQuest: evolução e reflexo na formação e na investigação em Portugal

Referências Bibliográficas:

Carvalho, A.A. (2007). A WebQuest: evolução e reflexo na formação e na investigação em Portugal. In F. Costa, H. Peralta & S. Viseu (eds), As Tic em Educação em Portugal. Porto: Porto Editora, 299-327.

Registo de Leitura:

Carvalho (2007) considera três fases na evolução da WebQuest (WQ):

Quadro 1- Evolução dos componentes da WebQuest


Carvalho (2007) refere que a construção da WQ é útil na formação de professores, inicial e contínua, na medida em que a sua construção implica que se domine o tema da WQ para a conceber e ter sensibilidade e criatividade para o que pode ser solicitado na tarefa e ainda para seleccionar criticamente as fontes a referir. Por outro lado, permite aos professores repensarem a aprendizagem e os princípios pedagógicos a implementar para orientarem os destinatários pelas diferentes etapas até à solução final. A construção da WQ é exigente no que concerne à avaliação a ser realizada no desempenho de cada aluno, exigindo conhecimentos na área da tecnologia para implementar e disponibilizar a WQ online.

A autora refere ainda que existem outras actividades mais simples que tiram partido dos recursos da Web, como na Caça ao Tesouro, que apresenta várias questões com apontadores para sites e uma pergunta aglutinadora. A grande diferença entre a WQ e a Caça ao Tesouro está na complexidade da primeira, que inclui a avaliação e o processo, e na tarefa solicitada é colocada uma questão de resposta aberta.

Uma WQ bem elaborada deverá promover a dinâmica de grupo, a tomada de decisões e aprendizagem autónoma. Neste contexto, o papel do professor será o de ajudar os alunos a serem responsáveis pelas suas decisões, criando a oportunidade de estes aprenderem por si, tornando-se responsáveis pela sua aprendizagem.

A WQ fomenta a aprendizagem autónoma e responsável, permitindo ao aluno desenvolver a capacidade de expor o seu trabalho à turma, submetendo-se à crítica dos seus pares e do professor, aprendendo também a criticar o trabalho dos seus colegas de forma construtiva.

Segundo Carvalho (2007), o grande segredo da WQ depende da temática, da tarefa e da orientação do processo. A tarefa deve envolver os alunos em questões complexas que os obriguem a ir para além da informação disponibilizada, de forma a desenvolver o pensamento crítico e o pensamento de nível avançado. Não devem ficar centradas no formato de texto, devendo permitir rentabilizar os recursos disponíveis de forma a motivar os alunos a aprenderem.

A investigação sobre WQs já realizada, mostra que, apesar de serem ainda desejáveis algumas modificações, estes recursos têm sido utilizados com sucesso, desde centros de formação, até ao ensino superior. Contudo, alguns aspectos ainda merecem reflexão, como o impacto da duração da WQ, o efeito do tamanho do grupo e género dos sujeitos, bem como a eficácia desta ferramenta em alunos pouco interessados em aprender.

domingo, 16 de maio de 2010

Indicadores de Qualidade de Sites Educativos

Referências Bibliográficas:

Carvalho, A. A. (2006). Indicadores de Qualidade de Sites Educativos. Cadernos SACAUSEF – Sistema de Avaliação, Certificação e Apoio à Utilização de Software para a Educação e a Formação: Avaliação de locais virtuais de conteúdos educativos, Número 2, Ministério da Educação, 55-78. http://hdl.handle.net/1822/5922

Registo de leitura:

A World Wide Web Integra uma diversidade imensa de informação que cresce de dia para dia. Contudo, a diversidade e multiplicidade de informação disponível não é garantia de qualquer qualidade. De acordo com Carvalho (2006), podem ser distinguidas quatro fases que permitem verificar a evolução na construção de sites: a 1ª fase designada por informação corrida ou “lençol”; a 2ª fase designada por multimédia (“multimédia no seu pior”); 3ª fase correspondente a design gráfico e interactividade; 4ª fase correspondente à edição colaborativa online. Estas fases mostram uma evolução não só no design gráfico mas também na diversidade de recursos que vão sendo disponibilizados, na comunicação que se intensifica e no papel atribuído ao utilizador, que passa a interagir com a informação e a produzir os seus próprios textos, disponibilizando-os online.

De acordo com Carvalho (2006), um site é constituído por um conjunto de páginas ligadas entre si, estabelecendo hiperligações a outros sites. A página de entrada (Home) deve disponibilizar o título do site, a sua finalidade, o público-alvo, a pessoa ou entidade responsável por ele, os contactos, as datas de criação e de actualização. Deve ainda referir os requisitos de optimização do site.

O menu deve reflectir as secções do site e estar sempre disponível, bem como a ajuda ao utilizador, o nome do site e o nome da página. Em rodapé, deve existir uma referência aos direitos de autor, a data de actualização e o URL.

A interface deve ser agradável e consistente entre as diferentes páginas, permitindo que o utilizador navegue facilmente no site e não se desoriente.

As plataformas open–source tais como o Moodle ou o Sakai, também permitem disponibilizar informação, possibilitando a comunicação síncrona e assincronamente, editar individualmente ou colaborativamente e, têm a vantagem de proporcionar privacidade aos professores e aos alunos ao exigirem uma palavra-passe.

Um site educativo deve ter subjacente os princípios básicos estruturais, de navegação, de orientação, de design e de comunicação de qualquer site mas, deve ainda motivar os utilizadores a quererem aprender e a quererem explorar a informação disponível. Deve ainda disponibilizar uma variedade de actividades com grau de complexidade diferente, de modo a motivar um leque amplo de alunos, e deve ser aberto à comunidade educativa, apresentando informação específica para os diferentes agentes educativos: alunos, professores e encarregados de educação. Deve ainda apresentar sugestões de actividades complementares e integrar ajuda ao utilizador e a perguntas frequentes (FAQs).

Ferramentas de comunicação como e-mail, chat, fórum, áudio e videoconferência constituem mais um requisito de site educativo. O site deve ter ainda um espaço de partilha de trabalhos e projectos feitos por professores e alunos.

Carvalho (2006) considera cinco componentes principais de um site educativo: a informação, as actividades, a comunicação, a edição e a partilha. Estes componentes estão relacionados entre si, contribuindo para dinâmicas interactivas, auto-suficientes e de responsabilização na aprendizagem e produção de trabalhos (Carvalho, 2006, p.8).
Figura 1 – Componentes de um site educativo (Carvalho, 2006, p.8)

Tendo por base a norma ISO/IEC 9126-1 (2001) e numa revisão de literatura consistente nesta área, Carvalho (2006) apresenta nove indicadores de qualidade de um site educativo: a identidade (nome do site, propósito ou finalidade, a autoridade e a data de criação e a última actualização); a usabilidade (estrutura do site, navegação e orientação no site, interface); rapidez de acesso (hiperligações activas); níveis de interactividade; informação (temática e adequação de orientações curriculares, abordagem feita ao assunto, correcção do texto, referências bibliográficas, data e actualidade, autor); actividades; edição colaborativa online; espaço de partilha; comunicação.

Saber identificar os indicadores de qualidade de um site educativo é uma competência imprescindível no século XXI, dada a crescente importância da Web enquanto recurso informativo. Neste contexto, Carvalho (2006) considera importante que o professor, enquanto orientador da aprendizagem, saiba tirar partido dos sites educativos com qualidade existentes na Web, rentabilizando a informação online e educando os alunos para a Sociedade de Informação.

sábado, 15 de maio de 2010

Química Divertida


Computadores, Ferramentas Cognitivas

Referências bibliográficas:

Jonassen., D. H. (2007). Computadores, Ferramentas Cognitivas. Desenvolver o pensamento crítico nas escolas. Porto: Porto Editora, pp.229-252.

Registo de Leitura:

Capítulo 11 – O hipermédia enquanto ferramenta cognitiva

De acordo com Jonassen (2007), o termo multimédia envolve a integração de mais do que um meio numa qualquer forma de comunicação. Refere-se à integração de media, como texto, som, elementos gráficos, animação, vídeo, imagens e modelação espacial, num sistema de computador. As apresentações multimédia atraem e mantêm a atenção dos alunos porque são multimodais, isto é, estimulam mais do que um sentido ao mesmo tempo.

O termo hipermédia refere-se, segundo o autor, à ligação entre o multimédia e o hipertexto. Enquanto o texto linear é construído de forma a ser lido do princípio ao fim, o hipertexto está para além do texto normal, numa estrutura e sequência que pode influenciar a compreensão do tópico. O hipertexto refere-se a um método não sequencial e não linear de organização e apresentação de texto, de forma a possibilitar aos leitores acederem à informação contida num texto, na forma mais significativa para cada um.

Os sistemas de hipermédia permitem aos utilizadores determinar a sequência a seguir para aceder à informação, navegar, desenvolver a informação existente de forma a torná-la mais significativa do ponto de vista pessoal, construindo e estruturando a sua própria base do conhecimento.

Um dos problemas colocados à utilização do hipermédia na aprendizagem, segundo o autor, relaciona-se com a forma como os alunos irão integrar a informação que adquirem no hipertexto nas suas próprias estruturas do conhecimento. A partir da informação encontrada num documento hipermédia, os alunos terão de relacionar essa informação com aquilo que já sabem, reorganizando os seus conhecimentos, de forma a poderem acomodar a nova informação. Contudo, quando os alunos estão muito ocupados a navegar no hipermédia, estão, muitas vezes, a receber mais informação do que aquela que podem acomodar.

Jonassen (2007) apresenta como solução para este problema pensar no hipermédia não como fonte de conhecimento a partir da qual se aprende, mas sim como uma ferramenta cognitiva com a qual se pode construir e aprender, admitindo que os alunos aprendem mais através da construção de materiais educativos do que através do seu estudo.

A construção do hipermédia constitui um exemplo de “conhecimento enquanto construção”, permitindo alunos empenhados e envolvidos cognitivamente em aprendizagens significativas. Contudo, a construção de apresentações hipermédia é um processo complexo e moroso que exige muitas competências dos alunos. A criatividade e a complexidade exigidas para se conceberem produtos hipermédia numa forma motivadora para os alunos constituem, provavelmente, a ferramenta cognitiva mais entusiasmante e potencialmente eficaz de todas as ferramentas cognitivas. A riqueza das formas de representação disponíveis nas bases de conhecimento multimédia, segundo Jonassen (2007), é maior do que todas as outras ferramentas cognitivas.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Simulações computacionais no ensino da Física

Para os meus alunos do 10º Ano !

Aqui ficam algumas sugestões de simulações computacionais que devem explorar como complemento às actividades práticas laboratoriais desenvolvidas nas aulas:

APL 1.1 - Emissão e absorção de radiação

http://alv.fisica.uminho.pt/simulacoes/Emissao_e_absorcao_de_radiacao/

APL 1.2 - Energia eléctrica fornecida por um painel fotovoltaico

http://alv.fisica.uminho.pt/simulacoes/efoto/#

Explorem as simulações.
Bom trabalho!

domingo, 2 de maio de 2010

2011 Ano Internacional da Química

As Nações Unidas, na sua 63ª assembleia-geral, aprovaram a proposta da IUPAC – já anteriormente acolhida pela UNESCO – para designar 2011 como Ano Internacional da Química. Esta iniciativa pretende salientar os contributos da Química para o bem-estar da Humanidade.

O Ano Internacional da Química irá desenvolver-se sob o tema unificador “Chemistry- our life, our future”, apresentando entre os seus objectivos promover a apreciação pública pela Química na sua capacidade de ir ao encontro das necessidades mundiais, fomentar o interesse dos jovens pela Química e, gerar entusiasmo para o futuro criativo da Química.

2011 coincide com o centenário da atribuição do Prémio Nobel da Química a Marie Curie pela descoberta dos elementos químicos rádio e polónio, depois de em 1903 ter sido laureada com o prémio Nobel da Física (divido com Pierre Curie e Becquerel) pelas suas descobertas no campo da radioactividade. Assim, 2011 será ainda uma oportunidade salientar o contributo das mulheres no desenvolvimento da Ciência.

2011 vai ser um grande ano, com muita Química!

Asteróide coberto de gelo

Descoberto asteróide coberto de gelo entre Júpiter e Marte
Investigadores admitem que a água da Terra pode ter origem no espaço
CiênciaHoje
2010-04-29

"Entre as órbitas de Júpiter e Marte encontra-se um enorme asteróide coberto por gelo e material orgânico, principalmente carbono. Os investigadores da Universidade Johns Hopkins de Laurel e da Universidade Central de Florida observaram, em estudos independentes, este corpo espacial – de seu nome «24 Themis» – utilizando um telescópio de infra-vermelhos da NASA.(...)A descoberta dá força à teoria de que foram os asteróides a distribuir os ingredientes que tornaram possível a vida na Terra."

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=42139&op=all